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Por onde for, floresça!

11 outubro 2015

“Economizar amor é avareza. Coisa de quem funciona na frequência da escassez. De quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois. É terrível viver contando moedinhas de afeto. Há amor suficiente. Há amor para todo mundo. Há amor para quem quer se conectar com ele. Não perdemos quando damos: Ganhamos junto.” Ana Jácomo

Não seja avarento em plena primavera!
Fim de provas e testes, parece que as coisas começam a acalmar depois de 2 meses enlouquecidos, onde muita coisa aconteceu; e nem tudo eu entendi, aliás nem fiz questão de saber...
A primavera começou bem no meio dessa bagunça e me deixou um pouco mais esperançosa. Mas porque? Nem eu sei, não costumo ligar para essas coisas, estações, eclipse lunar... Acho que são os kdramas me afetando, só pode.
O que estou terminando hoje, está me deixando com o coração na mão. Já não basta ter morte, transplantes, amor, empresa, falência... Ainda precisa ser carregado de frases fortes e com essências filosóficas, que acabam com o meu psicológico. E isso bem nos 2 últimos capítulos... Não sei lidar, e duvido que algum dia vá saber.
Mas acho que é exatamente por isso que gosto desses dramas, que são mais comédias do que tudo... Eles mudam a minha vida. É como se eu tivesse vivido 20 vidas a cada 15 dias; vocês conseguem imaginar isso? É tão, ou mais intenso, do que ler um livro e gostar dele. Parece que nos kdramas todas as estações se misturam e se intensificam, tem a primavera, o inverno, o outono, e um verão; você sabe que tem, mas nunca sabe se ele vai mesmo aparecer, se vai vir... Você perde suas certezas para encontrar outras...
Minha personalidade vem se transformando, e eu agradeço que seja para um pouco melhor... Minha vida, e as vidas cinematográficas estão estruturando uma pessoas pronta para qualquer luta, acho... Eles expoem minhas fraquezas de forma tão natural e tão humilde, me sinto exposta mas acolhida de uma forma única. Nada se compara a essa sensação de querer estar ali, de pertencer a um lugar, que ninguém vê ou entende, mas você sabe que existe. Uma linha resistente e sutil, que liga coisas incríveis e inimagináveis. Fazer parte de um jogo de conexões que ninguém nunca contou, ou colocou em todos os livros.
É sentir cada coisa com o coração. Um coração que não sabe ainda caminhar, que mal saiu da caverna. Dá passos lentos e temerosos, mas que vai seguindo como consegue, como dá. Ele é guiado por algo que não se vê, mas se sente, mas existe.
A primavera é algo assim também, pelo que narram. Dessa vez, me comprometi comigo mesmo, vou prestar mais atenção nas coisas da primavera, e não digo só das flores. A primavera é mundo mais.

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